Mais um dia na volta do almoço, estavam lá...
Os que desfrutam de anos de empresa, na fofoca da tarde. Confortáveis em suas cadeiras, rindo da piada antes contadas e claro falando mal de alguém.
Comportamentos corporativos são no mínimo, viciantes. Quando menos se espera, estamos lá na conversa da máquina de café.
A diferença existe naquele que entrega e no que tem um bom gestor.
Faz diferença também, quando o gestor é parte da panela.
São os super relacionados, que fazem seu trabalho mediano, erram e na auditoria, fraudam evidências, falam mal dos integrantes com externos e vice versa, mas na frente da diretora, faz "um bonito" que passa!
Mesmo se aquele projeto foi aprovado e implantado sem aprovação formal.
Se acham o máximo!
Seus salários estão inchados pelo dissidio e flutuam nesse universo com muita habilidade.
Não são punidos ou ao menos sinalizados de sua má conduta, porque talvez tenha esse exemplo em sua vida.
Um questionamento válido seria o que o berço, essa educação que recebemos em casa, tem peso em nossa vida profissional?
Vale mais uma assinatura de email com trocentas siglas depois ou equilíbrio disso, com educação.
Bom dia no elevador. Bom dia para a turma da limpeza. Bom dia para recepção. Boa tarde numa reunião.
Como se vivessem numa vila, onde todos fazem yoga, mas ninguém fala com a moça da limpeza!
Quase um ano depois, posso apostar que o recreio e brincadeira favorita continuam.
Todos os dias quando acordo só sinto falta dos poucos amigos fiz. Os outros sumiram.
Minha saúde está melhor, as preocupações são outras e um caminho inteiro pela frente.
Aprendi que nem todos são bacanas e que a máxima de que não garantia de nada, está mais que provada!